Esgotou-se o tempo: é hora de abordarmos a crise que não se menciona na igreja. Gostamos de considerar a igreja um refúgio para os que sofrem. Mas o que acontece quando não é? A autora e defensora dos vulneráveis, Mary DeMuth, exorta a igreja que tanto ama a se levantar e enfrentar o mal do abuso e do assédio sexual com franqueza e empatia. Com base em pesquisas e histórias de sobreviventes, juntamente com fidelidade exata às Escrituras, DeMuth desvenda qual deve ser a reação da igreja à violência sexual e oferece uma resposta saudável para que a igreja se torne um refúgio de cura em vez de uma instituição de críticas e julgamento. Após o movimento #MeToo, a nossa resposta como cristãos é vital. Deus nos chama para sermos bons samaritanos àqueles que enfrentam traumas e quebrantamento após o abuso e fornecermos acolhimentos seguros para a cura. DeMuth defende uma cultura de honestidade que sabe ouvir com atenção e convoca a igreja a entrar nos espaços onde as pessoas estão sofrendo. No meio desse tipo de comunidade empática do #WeToo, a igreja deve se tornar o que sempre precisou ser: um lugar de justiça e cura para todos.
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